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Liberdade sexual? Da PARADA gay a PRAGA gay!

Nos Estados Unidos, mais de 50 mil homens foram presos em Nova York, ao longo dos anos 1950 e 1960, por serem homossexuais. Não precisava ser pego em flagrante: somente dar indícios ou estar em algum lugar suspeito bastava. Depois de uma rebelião em um famoso clube frequentado por homossexuais, “The Stonewall Inn”, em 1969, os homossexuais começaram a contra-atacar e a exigir seus direitos como cidadãos e seres humanos. Nascia o movimento pelos direitos dos homossexuais e, com ele, a primeira Parada Gay.

É óbvio que ainda existia uma luta pelo conservadorismo. A juventude, com seus questionamentos e sua insistência desagradável em experimentar, ainda encontrava resistência, os últimos herdeiros da moral e bons costumes, que não pretendiam assistir de forma pacífica os seus filhos fugirem do controle, se tornando sexualmente liberais e moralmente corrompidos.

Uma coisa é certa: o sexo acompanha o momento político do país e do mundo. É claro que a religião também faz parte dessa equação — aliás, eu diria que é o centro dela.

Na Revolução Sexual, os Estados Unidos passavam por um momento de renovação e esperança. O governo de John Kennedy promoveu um ambiente de possibilidades. Porém, com a chegada da Era Reagan — e as ditaduras militares na América Latina —, o ambiente mudou radicalmente para um clima de repressão, e toda a liberdade sexual adquirida voltou a ser tabu. O movimento da abstinência recomeçou com força total.

A AIDS foi determinante para ajudar a mudar esse quadro político, pois seriam necessárias mais do que ameaças para convencer a população a se abster sexualmente. Parece até uma piada de mau gosto, mas com o HIV as preces dos conservadores foram atendidas e o sexo, a sexualidade, e tudo o que vinha avançando para um conhecimento mais profundo levaram um baque de fazer qualquer um puxar o freio de mão. Praticar sexo passaria a ter consequências graves, não de forma fantasiosa, mas com uma realidade cruel: a morte.

Todo o avanço que o movimento homossexual tinha obtido pareceu se estagnar por um tempo, uma vez que os homossexuais foram os primeiros a contrair o vírus, em plena época de amor livre. Isso podia ter acontecido com qualquer grupo, já que uma das formas de contaminação é através do sexo, e naquele momento ninguém tinha medo de engravidar, já que se tomava pílula.

Não se pode dizer que os homossexuais eram mais ou menos promíscuos do que qualquer outro grupo. Mas como a AIDS surgiu na comunidade gay, passou a ser vista como a “praga gay”.

Ser magra ou ser gorda tem importância no sexo?

Em tempos de morte por excesso de vaidade, afinal cinco mulheres já morreram entre Abril e Outubro deste ano, só no Rio de Janeiro, ao fazer procedimentos estéticos, fica o questionamento: ser magra ou ser gorda tem importância no sexo? Mas é claro que NÃO! O que realmente importa na cama é a autoconfiança sexual!

Como diria a Tatiana Presser, o homem só prestará atenção no corpo da mulher na praia, porque na cama ele encontrará um ângulo e será feliz. Dito isso, vamos aceitar, abraçar, respeitar e amar o nosso próprio corpo?

Porque não adianta ser escrava da ditadura da beleza, seguindo padrões bizarros de corpos sarados ou esqueléticos. Tem saúde? Está feliz do jeito que o corpo está? Então para de se punir ou ter vergonha. Na cama você precisa incorporar “uma deusa, uma louca e uma feiticeira”, e ir com tudo, sem criar paranoias.

Saiu uma matéria na revista online, Marie Claire, que traz o testemunho da Camila, de 35 anos, uma moça gorda, que sofreu muito no início da sua vida sexual, justamente por se sentir inferior. Ela achava que merecia pouco, só porque não era magra e quanto mais ela alimentava o sentimento de “o pouco que me dão é mais do que mereço”, mais teve que lidar com uma vida sexual frustrante e ruim, e o pior, com agressões físicas e verbais em seu casamento.

Quando a vida sexual da Camila melhorou? Quando ela se aceitou e libertou sexualmente, experimentando coisas novas no sexo e encontrando maneiras de se sentir sensual e desejada.  (Leia a matéria para conhecer todo o relato dela)

Sabe o que dá muito tesão, tanto no homem quanto na mulher? Autoconfiança. Quando a mulher exala autoconfiança, não há quem a segure no sexo, o mesmo vale para os rapazes.

E para desenvolver a autoconfiança sexual é necessário se tocar (olha a masturbação aí), se olhar, ou seja, se conhecer e aceitar as suas características únicas. Outro item essencial é a informação, estude e esteja aberta a aprender técnicas e desmistificar tabus. Não se esqueça de não abrir mão do seu prazer, correndo atrás do seu próprio orgasmo (o prazer é egoísta) e de fortalecer a intimidade com o parceiro.

Não há mistério, una todas essas dicas ao tesão (a química de pele é fundamental) e a transa será extraordinária!

 

 

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Conversar sobre sexo com mulheres – Complicado?

Conversar sobre sexo com mulheres pode ser um pouco mais complicado. Lembre-se de que as associações que ela faz (criada ou não em uma família repressora) nem sempre são positivas. A perspectiva da sociedade tem impacto independente da repressão familiar. Além disso, a mulher tende a ter mais vergonha de explorar esse lado por medo e insegurança diante dos mistérios e dos possíveis perigos que possam vir. É a sensação de atravessar para o lado negro.

Meu conselho é ir com calma. Em vez de encher o saco com uma típica fantasia masculina, como sexo a três, vá devagar. Comece com posições mais ousadas, aprenda a levá-la à loucura com técnicas novas de sexo oral, mostre a ela que em termos de sexualidade há um mundo a ser explorado. Sexo não deve ser uma ocasião de apreensão, e sim de aprofundamento do prazer. É isso que vai convencê-la de que existem outras possibilidades na cama sem perder sua identidade ou comprometer seu caráter.

Deixe a culpa e os julgamentos de lado, vamos nos concentrar no que você quer de verdade na cama. Somente através da experiência você poderá descobri-las. É justamente por isso que experiências novas são tão importantes, pois servem para desencadear novas sensações e vontades.

Experimentar é a melhor ferramenta para mediar essa busca, e ultrapassar o próprio diálogo. Por exemplo, se você desconfia que ela curte uma pegada mais firme, a melhor forma de confirmar suas crenças é puxando de leve seu cabelo durante a transa, em vez de sentar e conversar sobre o assunto. Se for do agrado de ambos, a puxada no cabelo naturalmente vai levar a outros comportamentos. Se quiser aprofundar mais um pouco no assunto, talvez essa conversa pode ocorrer logo após a transa, o que vai ser muito melhor do que de uma forma fria, em uma mesa de lanchonete, tomando um suco!

O mais importante é sempre tentar manter esse canal de comunicação aberto com sua parceira. Por mais difícil que seja, se esforce para encontrar formas de driblar essas dificuldades para que os problemas nessa área não se multipliquem.

Acabou o resguardo, partiu transar! #sqn

O resguardo acabou e vocês acham que é só riscar a contagem regressiva no calendário e correr para a cama para transar loucamente. Infelizmente, para a grande maioria, retomar a vida sexual quando o resguardo do pós parto acaba pode ser bem mais difícil do que o esperado.

Isso porque, questões emocionais, hormonais e físicas, como secura no canal vaginal, levam muito mais que 40 dias para “cicatrizar”,  interferindo diretamente nesta fase.

Um bom exemplo é a exaustão devido a privação de sono durante os primeiros meses do bebê, que deixa os pais, especialmente as mulheres que amamentam, derrotados (e estressados), dificultando desejar o sexo, quando só se quer dormir.

A sensualidade também passa longe, visto que não sobra muito tempo para vaidades quando se tem um bebê demandando muitos cuidados durante o dia (e a noite).

A Shirley do canal no youtube, Macetes de Mãe, fez um vídeo bem legal falando de oito fatos sobre sexo no pós parto. Vale super a pena assistir e se preparar psicologicamente para viver esse momento.

Também sugiro mostrar o vídeo para o parceiro, afinal os homens têm mais dificuldades de entender as questões emocionais e físicas, por não as viverem, o que os deixam frustrados e se sentindo meio “largados de lado” (o que não deixa de ser verdade, bebês chegam dominando suas mães, e está tudo bem, a maturidade e a parceria precisam falar mais alto nessa hora).

Se informar durante a gravidez, e até mesmo antes dela, quando rola um planejamento, é muito importante para o casal saber lidar com essas questões novas. Sexo é saúde e parte fundamental de uma relação e com muita paciência, respeito e carinho, aos poucos a transa volta a melhorar. Lembre-se que mesmo sendo difícil não é impossível, então  aproveita para conferir essas dicas para retomar a vida sexual depois de se tornarem pais.

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Não é só uma preliminar para ELA – É preciso se excitar!

É imprescindível o homem entender que 80% das mulheres chegam ao orgasmo via clitóris, de modo que as preliminares são essenciais para ela, inclusive mais do que a própria penetração, ou seja, não é só uma preliminar para ela.

Outro fato importante é que as preliminares não têm que ser aquela coisa de sempre: ele faz oral nela, ela faz nele, e acabou. Até porque elas não devem ser intermináveis, porém precisam ser divertidas, safadas e imprevisíveis.

Quando a pessoa que está recebendo o sexo oral consegue narrar o evento com perfeição, prevendo cada manobra, tira tudo de gostoso que uma preliminar poderia ter. Sinceramente, se vai ser assim, é preferível nem acontecer!

Chama a minha atenção as reclamações das mulheres, que culpam os parceiros por eles não tomarem a iniciativa ou não incluírem as preliminares na transa.

Com certeza, o homem adoraria um sexo mais picante, mas, para ele, o fato de estar transando já é bom, pois todo o processo de penetração que ocorre no estágio platô é prazeroso.

O que precisa mudar é a passividade da mulher. É muito importante que a mulher comece a tomar para si a responsabilidade de incluir essa etapa na transa. Afinal, não é porque ele não faz, que ela vai aceitar essa situação numa boa. Ela tem que falar com o parceiro: “Peraí, vamos com calma, querido, porque preciso me aquecer!”. O sexo não pode depender só do outro, só levando em conta as vontades e desejos que o seu parceiro tem, sem considerar os seus.

Claro que é importante que o homem tenha espaço para desenvolver a sua sexualidade, mas os desejos da mulher são igualmente importantes. Quando a mulher compromete os próprios desejos em relação aos do homem, ela se torna muito mais do que generosa sexualmente, na verdade, ela abre mão de uma parcela da sua sexualidade, que poderia servir na construção de uma personalidade mais confiante, bem humorada e feliz. Infelizmente, as pessoas não se dão conta do quanto estão abdicando sexualmente quando se contentam com pouco!

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Sexo dentro e fora da cama – Tenha intimidade sexual

Para o sexo voltar com tudo para a vida de um casal, ele precisa acontecer não só dentro, quanto fora da cama também, afinal, sem isso, a seca dará o ar da graça. A sexualidade é fundamental na vida do casal e ela não se resume ao que se faz entre quatro paredes. Esse é, provavelmente, o maior erro: só ter contato físico durante o sexo, quando tem. Sem intimidade sexual, dificilmente vocês vão viver uma vida sexual saudável e feliz. Então preste bastante atenção nas minhas dicas:

  1. Eventualmente, nem que seja para comer uma pizza, fiquem bonitos um para o outro e se elogiem. Não sou da teoria que a mulher tem que estar sempre linda para o seu companheiro, mas acho que ambos devem fazer um esforço de vez em quando.
  2. Vejam filmes com cenas de sexo! Não precisa ser filme pornô, apenas um filme mais “quente”. Outra dica é ver documentários sobre sexo, sexualidade, brinquedos, fantasias, etc.. Porque assim abrirá um diálogo e ter a sexualidade como tema de conversa é sensacional.
  3. Livros ajudam demais. Pode ser um de autoajuda, como o Vem Transar Comigo, publicado pela Editora Rocco, de minha autoria. Aliás, leia artigos sobre sexualidade na internet e comece a entender como funciona o seu próprio corpo, antes de entender como funciona o do outro. Informação é poder e nesse caso pode fazer a diferença entre ter ou não sucesso entre quatro paredes.
  4. Ler contos eróticos, especialmente para a mulher, pode ser um afrodisíaco e tanto. Leia junto esses contos e aproveite para dar grandes dicas pra ele em relação ao que lhe dá tesão. Por exemplo, quais palavras te faz arrepiar? Que tipo de historinha te excita? Tudo isso pode ser muito útil na cama.
  5. Quando estão em eventos, seja almoço de família, festinha do trabalho ou tomando uma cerveja com os amigos, se paquerem, troquem olhares, carícias. As vezes um evento chato pode virar pura diversão.
  6. Senhoras e senhores lhes apresento o beijo! O beijo de língua, lembra? Pois bem, um beijo bem dado pode chacoalhar um casamento de 50 anos! Mas tem que envolver língua, tá?! Estalinho não tem valor erótico nenhum.
  7. O toque tem poderes especiais ele literalmente conecta você as pessoas. O toque aumenta a ocitocina, que é o hormônio do vínculo, do amor. O toque é fundamental na relação a dois, ele muitas vezes é esquecido junto com o beijo. O toque cria intimidade, tensão sexual, ou seja, tudo que é essencial para manter o sexo dentro e fora da cama.

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Conto Erótico – A Fuga

Conto Erótico – A Fuga – Afinal, conseguiu tirar as férias que tanto queria? – ele perguntou.

– Que nada… Mas tô me sentindo tão calma que nem preciso mais fugir…

– Ah, que bom… isso quer dizer que você tá num relacionamento sério com alguém?

– Não, pelo contrário, tô praticando regularmente sexo grupal!! 😉

………………………….

Tive essa conversa outro dia com um amigo inglês.

Não nos conhecemos pessoalmente, mas rolou um lance virtual intenso entre a gente no ano passado.

Por duas vezes, em diferentes épocas do ano, planejamos nos encontrar no sul da França.

Chegamos a ver datas, passagens, estúdio para alugar por temporada no app do Airbnb…

Em ambas ocasiões, por motivos diferentes, ele deu pra trás.

Nunca cheguei a me apaixonar.

Mas o pacote, que incluía a fuga de uma semana para uma viagem romântica regada a muito sexo com esse jovem, cheio de energia, que me descrevia as cenas de filme pornô que iríamos protagonizar num inglês britânico cristalino, me enchia os olhos, os ouvidos e a alma!

A palavra-chave dessa história era “fuga”.

Tudo o que eu precisava era um pretexto pra sumir daqui!

Naquela fase da minha vida, com toneladas de situações mal resolvidas nas costas e um vazio abissal no coração, desenvolvi uma fantasia de que conheceria alguém que me faria voar pra bem longe e viveríamos dias idílicos que marcariam pra sempre as nossas existências.

O que eu faria com essa experiência quando aterrissasse de volta à minha vida real era uma questão a ser tratada posteriormente…

Me empenhei tanto em fantasiar essa situação que de fato quase virou realidade algumas vezes. Com esse inglês e com outros jovens gringos que eu conheci num app e que, por mais louco que possa parecer, também achavam que viveriam comigo dias, aventuras e, principalmente, trepadas inesquecíveis.

Mas a energia que eu colocava naquilo era tão intensa que devia deixá-los com medo de me encontrarem no aeroporto carregada de bagagem suficiente para ficar pelo resto da vida.

E acabavam amarelando…

A parte que eu mais gostava de fantasiar era o primeiro encontro, quando o portão do terminal abrisse e eu finalmente ficasse cara-a-cara com meu crush.

Andaria com toda a calma em sua direção e nos beijaríamos ternamente, como antigos namorados?

Ou seria com urgência, suas mãos me esfregando toda, ali mesmo no aeroporto – rodeados de turistas europeus de meia-idade, um pouco chocados com a cena –, ao ponto de mal conseguirmos chegar ao quarto para nos arrancarmos a roupa?

Em uma das versões mais excitantes da história, que eu gostava de imaginar quando me tocava antes de dormir, o tesão acumulado por semanas de provocação virtual era tão grande que ele começava a lamber meu peito e me dedar ainda no táxi, a caminho do apartamento, com o motorista espiando pelo retrovisor…

O inglês me fez promessas quentes de que me chuparia entre as pernas enquanto eu estivesse cozinhando pra gente; me comeria na varanda, assistindo ao pôr do sol; no quarto, suspensa contra a parede, minhas pernas enroscadas na sua cintura; no mar, depois de longas nadadas:

– I’m a good swimmer – “Sou boa nadadora”, eu lhe disse.

– I’m a good fucker – respondeu.

Ele também gostava de fantasiar sobre o nosso encontro…

Mas o fato é que até hoje não aconteceu.

Semana passada ele me disse:

– A gente ainda vai fuder, nem que seja quando eu tiver 60 e você 74…

Não foi uma bela declaração de amor, soou meio Ed Sheeran do mal, mas eu gostei.

Faço sexo grupal e várias outras coisas malucas, mas ainda preciso realizar minha grande fantasia sexual: atravessar o Atlântico atrás de um gringo desconhecido para alguns dias de amor selvagem…

Nem que seja aos 74!

 

 

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Conto Erótico – A distância…

Conto Erótico – A distância –  Ele disse que acordou cheio de tesão.

Que não consegue esquecer aquele vídeo que eu mandei.

Ele disse: “Tô quase gozando, mas vou me segurar pra quando a gente se encontrar…”

Eu fiquei cheia de tesão também.

Fiquei quase tão molhada quanto naquele vídeo…

Também queria segurar até a gente se encontrar.

Mas não sou tão controlada quanto ele…

………………………………………………….

Foi uma manhã super produtiva. Consegui rapidamente dar forma a um projeto que precisava entregar até o final do dia. Mas a melhor parte foi quando ele me mandou essa mensagem:

“Do nada me bateu um tesão da porra”, seguida de diabinhos e fogueiras.

Hmm acho que vou fazer uma pausa…

 

 

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Amamentação e Sexo – Como conciliar?

Amamentação e Sexo – Como conciliar? No início do mês (01 a 08/08) aconteceu a Semana Mundial do Aleitamento Materno, mais conhecido como Agosto Dourado. E o que isso tem a ver com sexo? Embora em um primeiro momento não pareça, esse assunto tem um impacto direto na vida sexual dos recentes pais de um bebê.

Pode parecer lógico a mãe de um recém-nascido não querer transar, mesmo depois do período de resguardo, que dura entre 40 e 60 dias sem sexo, e serve para que o útero “volte a sua forma antes da gestação” (se este período não for respeitado, a mulher pode se machucar ou desenvolver infecções).

Cansaço físico, devido a falta de um sono contínuo e restaurador, sobrecarga emocional, falta de tempo para depilar até o sovaco, cheiro de golfo e leite escorrendo pela mama. Sim, a sedução passa longe e a exaustão se faz presente. Mas você sabia que uma das principais causas da falta de libido não são as mencionadas acima, e sim as impactantes alterações hormonais?

Existem dois hormônios relacionados a amamentação que vão influenciar a vida sexual do casal: o aumento da prolactina, hormônio responsável pela produção do leite, que abaixa a libido e afeta a vontade de transar, pois inibe a ovulação; e a diminuição de concentração do estrogênio no organismo, que provoca um ressecamento vaginal, ou seja, a mulher fica sem a sua lubrificação natural, o que gera bastante desconforto durante a penetração.

Segundo a ginecologista Janaína Harfush, no site da marca de fraldas POMPOM, “Quando a placenta é expelida durante o parto, existe uma queda brusca nos níveis de hormônios, principalmente os produzidos por ela”. E não fica só nisso, a fisioterapeuta Uroginecológica, Nina Morena, ainda complementa, “fatores emocionais, como preocupação em ser uma boa mãe e suprir as necessidades do bebê, fazem com que a atenção da mulher fique toda voltada a essa nova tarefa e acabe deixando a relação com seu parceiro um pouco de lado. Também há a fraqueza da musculatura do assoalho pélvico”, que fica sobrecarregado, durante a gestação, com o peso do bebê.

Aliado a tudo isso, Nicolau D´Anico Filho, ginecologista e obstetra do Hospital Samaritano (SP), ressalta a autoestima, que fica um pouco comprometida, devido a barriga ainda inchada, o tamanho dos peitos, as olheiras, estrias e falta de tempo para se cuidar. É uma fase em que a mãe se desliga completamente de si, focando na adaptação e cuidados do bebê.

 Confira algumas dicas dos profissionais para burlar essa estiagem sexual:

1 – Fazer exercícios para fortalecer a musculatura pélvica e, consequentemente, ter mais prazer na relação sexual;

2 – Arrumar um tempinho para si e fazer as coisas que gostava de fazer antes do bebê;

3 – Aceitar o corpo como ele está, ou é;

4 – Reservar um tempo livre para dedicar ao parceiro e conversar sinceramente sobre o assunto;

6 – Esclarecer todas as dúvidas com o médico obstetra;

7 – Não abrir mão das preliminares e usar um lubrificante a base de água;

8 – Transar após a amamentação, assim o peito estará vazio, e não ficará pingando, e o bebê estará dormindo, dando mais liberdade ao casal.

9 – A atividade sexual estimula a lubrificação e elasticidade da vagina, ou seja, é importante voltar com ela.

10 – Alguns estímulos podem ajudar como beijar, abraçar e trocar carinho com o parceiro, relaxar escutando uma música juntos.

O que é a Semana Mundial de Aleitamento Materno?

Segundo a Fiocruz essa semana faz parte de uma história mundial focada na Sobrevivência, Proteção e Desenvolvimento da Criança. Os seus objetivos são:

INFORMAR – sobre o modo como a amamentação está ligada à boa nutrição, segurança alimentar e redução da pobreza.

VINCULAR – amamentação dentro da agenda de nutrição, segurança alimentar e diminuição da pobreza.

ENVOLVER-SE – com indivíduos / organizações que trabalham nessas questões.

MOTIVAR – ações para promover a amamentação como parte das estratégias de nutrição, segurança alimentar e redução das desigualdades.

A amamentação previne a fome e a desnutrição em todas as suas formas e garante a segurança alimentar dos lactentes, mesmo em tempos de crise. Sem um ônus adicional sobre o rendimento familiar, a amamentação é uma maneira barata de alimentar crianças e contribui para a redução da pobreza.

Nutrição, segurança alimentar e redução da pobreza são fundamentais para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas.

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Conto Erótico – A Vida é Bela (Apesar de…)

Conto Erótico – A Vida é Bela (Apesar de…) Uma típica tarde de verão carioca, 75 graus à sombra. Ele insistiu que eu fosse à sua casa.

“Vem abusar de mim, serei seu escravo” — brincou.

Eu tinha um compromisso em Botafogo, aproveitei a viagem para conhecê-lo.

Seu rosto não era desagradável, mas o corpo denotava um certo desleixo, uma certa postura de derrota.

Ele não parecia gostar de conversa mas, pensando em retrospecto, também não parecia gostar de várias outras coisas, tipo seu trabalho, sair de casa, mulheres, sexo, a vida de uma forma geral… Era exatamente o que descreveu no seu perfil só que, assim ao vivo, não tinha agilidade ou habilidade social para fazer aquilo soar engraçado.

Em aproximadamente quatro minutos e 35 segundos, gozou no meu rosto me chamando de vaca.

Durante os últimos 35 segundos, fechei os olhos e recebi a chuva de pingos brancos,  grossos e viscosos que tombaram aqui e ali, em câmera lenta, quentes como a temperatura lá fora, enquanto pensava em como era bom não ter cruzado a cidade só praquilo…

E pronto.

Uma vez me relacionei virtualmente por alguns dias com um francês sadô-masô. Ele dizia que não se tratava de agressão, e sim de uma prática, que poderia consistir em me ver enfiar seu pau bem no fundo da garganta até (quase) sufocar. Ou em me bater no ponto exato que machucasse mas que não deixasse marcas.

Ele queria me ver sofrer em igual medida a que gostaria de me fazer gozar. E depois poderíamos ir ao cinema alegremente de mãos dadas e dormir de conchinha.

Esse cara daqui também tinha aparentemente desenvolvido sua própria prática sexual. Não tinha nenhuma intenção de me fazer sofrer. Nem gozar. Nem ir ao cinema de mãos dadas e muito menos dividir sua cama. Ele só queria me humilhar sutilmente enquanto se aliviava. Só queria se vingar de leve por alguma frustração sua cuja culpa certamente não era minha. Desde que fosse bem rápido e pudesse voltar a beber sua cerveja enquanto conversava desanimadamente sobre o mercado de trabalho.

Outro dia escrevi que gostava de casual, desde que fosse real. Deixo aqui uma nota sobre isso: esse tipo de realidade eu dispenso. Crua demais pra mim. Gosto de carinho, calma e cumplicidade.

Mas tudo bem. Fora daquele apartamento, a vida seguiria seu curso normal…

A São Clemente ainda daria mão para a Lagoa enquanto a Voluntários correria em direção ao mar.

O sol continuaria castigando minhas costas cariocas por mais algumas horas. E me acompanharia por toda a longa caminhada até a estação do metrô.

Meu celular acusava uma mensagem do ucraniano e um e-mail do Zé, que eu poderia calmamente responder ao longo do trajeto de volta, além de ler, escrever e ouvir música.

E, acima de toda e qualquer outra alegria que pudesse me acometer, o ar-condicionado da linha 4 do metrô me receberia de volta, bombando como sempre, para alguns minutos de êxtase climático!

A vida é bela, sim senhor!

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Sexo Pelo Mundo – 7 Curiosidades Estranhas

7 Curiosidades estranhas sobre sexo no mundo

Confira 7 curiosidades mundiais – inusitadas, bizarras, estranhas – sobre sexo, de acordo com o site Notícias Magazine:

1 – Haja desodorante! Na Áustria as mulheres seduziam os pretendentes através de uma dança com uma maçã na axila. A fruta era entregue ao parceiro escolhido e, se ele a mordesse (sem cuspir depois), o casal estava formado.

2 – Na tribo colombiana Wayu também rolava um ritual com dança, mas, neste caso, o intuito das mulheres era fazer os homens tropeçarem. Conseguindo, a diversão a dois estava garantida!

3 – Uma pesquisa realizada, em 26 países, pela fabricante de preservativos, Durex, com quase 30 mil pessoas acima dos 16 anos, concluiu que se faz mais sexo na Grécia. Pasmem, em média cada pessoa tem 164 encontros sexuais por ano!

4 – Para incentivar os casais a terem filhos, o governador de Ulyanovsk, na Rússia, decidiu criar um feriado, no dia 12 de setembro, chamado “Dia da Concessão”, no qual os Russos são convidados a ficar em casa e transar. Aqueles que se tornarem pais em nove meses são premiados com frigoríficos e máquinas de lavar. A máquina de lavar eu até entendo, mas o frigorífico é para que?!

5 – Nas aldeias do povo indígena Mehináku, que vivem no Sul do Parque Indígena do Xingu, os homens conquistam as mulheres oferecendo-lhes o maior peixe que conseguirem pescar. Quase como levar em um rodízio de comida japonesa. Afrodisíaco, não?

6 – O povo havaiano – da realeza aos plebeus – era conhecido pela forma carinhosa com que se referia aos próprios genitais, onde cada verso do canto continha uma descrição bastante detalhada dos membros inferiores.

7 – Um manual, no melhor estilo Kama Sutra, só que bizarro, com cerca de 300 anos, foi leiloado na Inglaterra. O seu autor? Um inglês desconhecido, que assinava como Aristóteles. O livro é repleto de ilustrações e sugestões pouco recomendáveis. Por exemplo, se um homem quisesse engravidar uma mulher, ele tinha que fazer uma dieta à base de ovos, gengibre, nabo, pardais, pombos jovens, entre outros.

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Epidemia Silenciosa – O Acesso dos Jovens ao Pornô

Epidemia Silenciosa – O Acesso dos Jovens ao Pornô

Um estudo feito pela National Society for the Prevention of Cruelty to Children (NSPCC), Inglaterra, observou que apesar de 27% da reação inicial do jovem ao se deparar com um conteúdo pornográfico online seja de choque, este número vai diminuindo conforme a exposição ao material aumenta.  Muitas vezes, na segunda vez que visualizam o conteúdo, esse número diminui para 8%, ou seja, fica cada vez mais natural a sua aceitação.

Pode até ser que o simples contato esporádico com a pornografia, em uma idade tênue, não tenha consequências graves na vida da pessoa. Podemos observar isso com gerações recentes, a maioria dos homens de 40 anos hoje se deparou com uma playboy do pai, amigo ou até subornou o jornaleiro, no passado. A diferença está no conteúdo, naquela época tratava-se de imagens de mulheres nuas, no máximo transando. A maioria não tinha um acesso fácil, muito menos frequente, a vídeos pornôs e mesmo os poucos que tiveram um acesso maior, caíram na mesma questão do conteúdo.

Em geral funciona assim: se o jovem teve a sorte inicial de se deparar com conteúdo mais “normal”, ou seja, sem fetiches chamativos, ele tende a continuar explorando e, inevitavelmente, irá se deparar com conteúdos cada vez mais pesados. Quando nos referimos a conteúdo mais “pesado”, trata-se de cenas BDSM (sadomasoquismo), fetiche com objetos, animais, urina, fezes, violência, gang bang, choocing, morte etc.

O sentimento de culpa pode fazer com que o jovem tenha a sensação que vive uma vida dupla, parte dela ao vivo e parte virtualmente. O medo de ter um segredo que ninguém pode descobrir é forte. O fato de não conseguir controlar a obsessão pelo conteúdo, fazendo com que mergulhe de forma cada vez mais profunda nas descobertas virtuais, faz com que a sensação de não ter controle sobre o seu hábito fique cada vez maior, consequentemente, fazendo com que aumente também a sensação de não ter controle sobre a sua vida.

Explorar a sexualidade na infância e adolescência é completamente normal, ficar curioso em observar o corpo nu, seja espiando pela fresta da porta, revistas e até vídeos é completamente normal e até saudável. O problema acontece quando a curiosidade natural, sem querer, promove um encontro com um conteúdo sexual da qual nenhum jovem ainda está preparado para absorver.

A sexualidade do indivíduo é desenvolvida com o tempo, observar o corpo nu, como falamos, não é sinal de uma criança pervertida, é um instinto natural. Mas, ver cenas com os temas mais pesados modifica a forma com que o jovem enxerga a sexualidade e aí o seu desenvolvimento nesta área não é mais natural, e as consequências começam a aparecer.

 

CONTOS ERÓTICOS: A Pizza

Contos Eróticos – A Pizza

Sentamos numa mesa na calçada.

Pedimos pizza e cerveja.

Minha saia era bem curta. Abri de leve as pernas e pus sua mão na minha coxa: a palma sobre o tecido, os dedos tocando a pele.

– Se você escorregar sua mão pra dentro da calcinha ninguém vai ver… – sussurrei com cara de safada.

– Tá louca, tem um policial bem ali na frente!

– Não dá pra ele enxergar de lá…

– Ó, tá vendo, agora ele sumiu, deve estar agachado atrás da viatura procurando um ângulo pra espiar a gente de binóculo!

Rimos, bebemos, comemos.

Com toda a calma.

O motel ficava a 10 passos dali…

ORGASMO FEMININO – Colunista Convidada – Thalita Cesário

Colunista Convidada – Orgasmo Feminino por Thalita Cesário

“Quase que a totalidade das mulheres fingem ou já fingiu orgasmo em algum momento da vida.”

O orgasmo é o ápice do prazer sexual.

Cada ser humano é peculiar no tocante ao prazer, e mesmo que as sensações físicas sejam parecidas, o que faz uma pessoa chegar ao orgasmo varia de experiência para experiência.

Uma ótima forma de aprender sobre orgasmo é o autoconhecimento por meio da masturbação e dividir com o parceiro (a) como você gosta e conduzir para que juntos possam chegar ao ápice.

postorgasmo - ORGASMO FEMININO - Colunista Convidada - Thalita CesárioSexo não deve ser obrigação assim como o orgasmo também não. E caso não chegue até lá, não se frustre e nem minta.

Vivemos em um momento onde somos cobradas até mesmo pela quantidade de orgasmos, mas vale lembrar que uma relação sexual nem sempre deixa de ser prazerosa se o orgasmo não acontecer.

Sinta, vivencie todas as fases do sexos.

Fale abertamente , afinal se trata de um vivência pessoal.

Porém observe se encontra dificuldade sempre, em toda relação sexual e por um período maior que 6 meses. Caso isso ocorra, busque ajuda profissional de um Terapeuta Sexual ou Consultor (a) em Sexualidade.

Beijos e até a próxima!

Contos Eróticos: Histórias de swing #5

 

Contos Eróticos – Histórias de Swing #5

– Por que você não pode me dar uma chance? – me perguntou um cara, outro dia.

– Gosto dos que são inquietos, têm dúvidas, fragilidades, desejos secretos urgentes. O simples canalha como você não me dá tesão…

Eu e P nos encontramos numa terça-feira às 23h40 na Central e fomos para o único clube aberto naquele dia.

Meia dúzia de casais. Alguns solteiros.

Reparei num cara magro, de aparência frágil. Parecia mais velho que eu. Cabelos encaracolados, meio grisalhos. Os olhos talvez fossem verdes. O olhar era gentil e desamparado. Ostentava uma pureza incomum em lugares como aquele.

Entrei numa cabine com o P, pra aquecer.

Eu estava em pé, com as pernas ligeiramente afastadas, os dedos de P trabalhando entre elas.

Senti algo tocando meu joelho. Olhei assustada. O tal cara do olhar gentil me acariciava através do pequeno buraco na parede.

Tirou a mão na hora, assustado com meu susto. Nos observamos no escuro, sérios, seu rosto na moldura redonda do buraco.

P me virou contra a parede oposta e me comeu por trás, com vontade.

Passaram-se algumas horas de idas, vindas e encontros praticamente às cegas nos escuros e intrincados labirintos da casa.

Já eram mais de 2h30 e estávamos dando a última volta antes de ir embora.

– Desculpem incomodar, posso fazer companhia? – Era Olhar Gentil.

Olhei pra P, que disse:

– Pra mim, não… Mas se ela quiser, podem ficar à vontade, eu espero.

Não me sentiria confortável com aquela situação então declinei, sorrindo com simpatia, e disse que já estávamos de saída.

O outro justificou, se dirigindo somente a P, por respeito ou timidez:

– Olha, desculpe, é que fiquei muito encantado com ela. De verdade. Achei uma graça… Queria que a gente se conhecesse, trocasse um carinho. Não precisava nem transar…

Não me chamou de gostosa.

Não queria me comer (necessariamente).

Disse que eu era encantadora e queria me dar carinho…

Senti uma ternura infinita por aquele cara!

Quis levá-lo a um dos cubículos, deitá-lo no meu colo, fazer cafuné nos seus cachos, escutá-lo contar a história de como terminava sua noite de terça-feira sozinho e desamparado num lugar como aquele.

E, se a gente transasse, seria bem devagar, com muita calma, carinho e intensidade, ainda que tivéssemos acabado de nos conhecer.

E seria bom…

Mas não fiz nada disso. Me desculpei afetuosamente e fui embora.

Dei pra muitos que cruzaram o meu caminho nos clubes, esbanjando sua virilidade e nada mais. O tesão tendo sido gerado mais pela situação e o ambiente do que por mérito deles.

Mas disse não ao único que se propôs a me dar carinho de verdade.

Gosto da excitação desses lugares. Me proporciona, além do prazer físico, uma fonte de inspiração imensa.

Mas ali não há espaço pra ternura.

E nesse dia, de repente, senti uma falta absurda de trocar ternura.

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