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Histórias de Swing #4

swing 300x168 - Histórias de Swing #4– Amiga, põe sua mão aqui nela.

– Ô, aí não!

– Opa, desculpe, flor, só queria ajudar!

– Caramba, vocês só tão botando pilha!

– Pô, assim eu não consigo…

– É, mano, também dei uma brochada aqui…

Num espaço exíguo de mais ou menos dois por um com um sofá ao longo, éramos dois casais, cada mulher com o cara da outra. O “meu cara”, nesse caso, era o meu amigo, P.

Até que o outro menino teve a ideia de chamar pra dentro da cabine mais duas garotas que estavam nos observando pela janelinha e comentando em voz alta sobre a nossa performance.

Ele pensou que poderiam entrar na brincadeira, mas elas estavam ali só de curiosidade e zoação, sem nenhuma intenção de dar.

Então ficamos em seis naquele cubículo, sendo que quatro tentavam transar e duas faziam as vezes de diretoras de arte, ou “fuck coach”.

Todos rapidamente se aborreceram com os palpites e o espaço que elas ocupavam, principalmente a garota que tentava se entreter com P.

Ela era a isca do casal, foi quem me chamou pra dançar lá fora, na boate…

Mas na hora do vamos ver não era muito divertida e não curtia amasso com mulher…

Depois de alguns minutos tensos botaram as duas meninas pra fora e fecharam a porta e a cortina.

Tivemos que recomeçar do zero.

Eu era a única relaxada ali: deitada, sem calcinha, minha minissaia levantada à altura da cintura, um pé sobre o encosto do sofá, o outro no chão, pernas abertas, molhada.

A menina voltou a chupar o P, meio bruta, sentada numa pontinha. (“Porra, esfolou meu pau!”, se queixou ele, na saída…)

Enquanto isso, seu namorado começou a tocar uma com uma mão e me explorar com a outra.

Ao contrário dela, ele era calmo, delicado e sabia direitinho como fazer as coisas.

– Acabamos não nos apresentando: eu sou Tiago – introduziu a sua pessoa com a mesma suavidade que introduzia gostoso seu dedo, mais e mais fundo.

– Hmmm, que delícia, Tiago… Eu sou Nina… Crava com força… – respondi, com a voz ofegante.

Tiago cravou com força.

Gemi.

Tiago sabia como fazer as coisas.

– Prazer, Nina! – e como se aquilo não fosse formalidade, mas um aviso do que viria, colocou um pé meu sobre cada ombro seu e enfiou com tudo o seu pau, beeem fundo, com pressão e ritmo. Repetidamente.

Gemi alto.

Repetidamente.

Fiz a alegria da galera que gosta de ficar em volta das cabines escutando a trepada dos outros…

– Vai, amigaaaaa – gritaram as meninas, que tinham saído da cabine mas continuavam pilhando do corredor.

– Ahhhhh, muito… muito… prazer… Tiago!!

Nessa hora, sumiram as “amigas” e toda e qualquer pessoa circulando ali do nosso lado, à distância de uma fina divisória de madeira…

Sumiram até o P e a namorada do Tiago, que mal e mal extraíam algum prazer um do outro, literalmente colados em nós.

Fechei os olhos e, por alguns segundos que por si só teriam feito valer a noite, éramos apenas dois…

 

05/02/2018

Nina G

Nina tem 40 e poucos anos e é separada. Atualmente dedica boa parte do seu tempo a se divertir, acumular novas experiências e escrever sobre isso.

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