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As mil facetas do sexo

                                                  

Quando as pessoas veem alguém numa cadeira de roda, em geral, depois de pensarem “o que será que aconteceu?” Pensam: “Será que ele/ela consegue transar?”. Muitas pessoas acreditam que portadores de necessidades especiais não tem vida sexual, um engano gigantesco.

Para começo de conversa, sexo está na mente. Por exemplo, quando você está dormindo e tem um sonho erótico, você chega ao clímax sem nem se tocar, não é? Ou seja, está tudo na cabeça.

Bom, cada portador tem uma condição diferente, seja ela física ou mental. Em se tratando de limitações físicas, o corpo pode ter um limite, mas a mente não. Claro que não é fácil adaptar o psicológico para essa nova fase, mas este sim pode se adaptar e aprender a sentir prazer de formas diferentes e, como muitos relatam, até mais intenso.

Como cada caso é um caso, as vezes a genitália funciona perfeitamente, em outros até funciona, porém não há sensação nenhuma. Num caso como esse, não tem como ficar apenas na penetração. Para alcançar e proporcionar o prazer é importante recorrer a outros caminhos que podem provocar a sensação de clímax que as caricias na genitália proporcionam. A pele em si é a maior zona erógena do corpo. A genitália é só uma parte da zona erógena.

Neste espaço vamos aprender como alcançar esse prazer. Vamos nos aprofundar em diversas condições diferentes e trazer depoimentos de pessoas e especialistas para facilitar ainda mais esse processo. Não se esqueçam jamais: para atingir a intimidade e o prazer há formas muito mais profundo do que apenas um transa.

03/02/16

Leia o artigo de Márcia Gori sobre o assunto aqui.

Tatiana Presser

Psicóloga & Sexpert

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